domingo, 8 de abril de 2012

Não descarte pilhas e baterias no lixo comum

As pilhas e baterias de uso doméstico apresentam um grande perigo quando descartadas incorretamente. Na composição dessas pilhas existem metais pesados como: cádmio, chumbo, mercúrio, que são extremamente perigosos à saúde humana. Dentre os males provocados pela contaminação com metais pesados estão o câncer e mutações genéticas.

Só para esclarecer, as pilhas e baterias em funcionamento não oferecem riscos, uma vez que o perigo está contido no interior delas. O problema é quando elas são descartadas e passam por deformações na cápsula que as envolvem: amassam, estouram, e deixam vazar o líquido tóxico de seus interiores. Esse líquido se acumula na natureza, ele representa o lixo não biodegradável, ou seja, não é consumido com o passar dos anos. A contaminação envolve o solo e lençóis freáticos prejudicando a agricultura e a hidrografia.

Justamente por serem biocumulativas é que é necessário o descarte correto de pilhas e baterias usadas.
Como a própria ilustração já diz, o que não pode ser feito é o descarte desses materiais no lixo comum. Já existem leis que obrigam os fabricantes a receberem de volta pilhas e baterias, e desta forma dar a elas o destino adequado. Seria fundamental que também colocassem advertências na própria embalagem do produto, avisando dos eventuais perigos oferecidos pelo descarte incorreto do material.

O que você consumidor pode fazer? O ideal é separar o lixo tóxico do restante, dessa forma você facilita a coleta e posterior armazenagem em aterros especiais. Mas se optar pelo envio ao fabricante, estará alertando-o de sua preocupação e, quem sabe dessa forma, ele tome consciência de sua responsabilidade como produtor e dê destino correto ao seu produto após o uso.  Leia a matéria completa no sítio: http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/descarte-correto-pilhas-baterias-usadas.htm

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Cadê a água desse rio?


Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca. Faça o DESCARTE SELETIVO e ajude a preservar os mananciais de nossa cidade.

Brasil bate recorde de adesões na Hora do Planeta

No Rio de Janeiro, famílias e jovens celebraram a Hora do Planeta na cidade maravilhosa na praça do Arpoador. A festa teve iluminação de LED e foi animada por música, artistas circenses e grupo de dança. Brasília celebrou a Hora do Planeta no parque ecológico Olhos D´ Água, com apresentação de coral, acompanhado pelo público à luz de velas. .
Em Manaus, os moradores do bairro do Japiim, na Zona Sul. desligaram as luzes do Parque Lagoa do Japiim. O grupo Pedala Manaus promoveu uma bicicletada especial, que saiu do Parque dos Bilhares e foi até o Teatro Amazonas

Em Campo Grande, além de apagar monumentos históricos da cidade, foi realizado um evento na Praça do Rádio, com atrações musicais, de dança, capoeira e teatro. O público também usou velas para desenhar o símbolo da Hora do Planeta.

Ao todo, 133 cidades brasileiras aderiram ao movimento, que este ano contou com a participação de todas as capitais do país. Nas cidades que participaram do evento, 580 monumentos tiveram suas luzes apagadas. 

Câmara participou da Hora do Planeta

A Câmara dos Deputados foi uma das instituições que participou no dia 31 de março, da Hora do Planeta, evento mundial que busca chamar a atenção para o aquecimento global por meio do apagar de luzes. Segundo as informações divulgadas previamente no sítio da instituição, a Casa teria suas luzes desligagas por uma hora, das 20h30 às 21h30, assim como diversos monumentos públicos e residências em todo o mundo.
Câmara participa da Hora do Planeta neste sábado
É o quarto ano consecutivo que a Câmara adere à iniciativa. Para Janice Oliveira, coordenadora-geral do Núcleo de Gestão Socioambiental da Câmara dos Deputados (Ecocâmara), a importância da participação da instituição no evento é sinalizar seu grau de comprometimento com a questão ambiental: “O movimento tem como objetivo provocar uma reflexão sobre o uso adequado de nossos recursos e tanto a instituição quanto os servidores que trabalham na Casa estão altamente comprometidos com essa causa”.

Fritz Walter Mohn, coordenador substituto da área temática Novas Tecnologias Hídricas e Energéticas, do EcoCâmara, conta que a adesão da instituição é uma forma de chamar atenção para a questão da energia, que vem sendo alvo de diversas iniciativas por parte da administração da Câmara. Ele adianta também que, em breve, será retomada na Câmara a campanha pelo uso racional dos recursos energéticos, como modo de manter viva a discussão e o processo de conscientização sobre o assunto.
No dia 27 de março, a Câmara dos Deputados assinou com World Wide Fund for Nature (WWF), entidade organizadora do evento, o termo de adesão à Hora do Planeta 2012, durante o seminário que encerrou o ciclo de debates organizados pela Frente Parlamentar Ambientalista como preparação para a conferência RIO + 20. (Fonte: Sítio institucional da Câmara dos Deputados).

quinta-feira, 22 de março de 2012

Desperdício de água

Um grave problema que acarreta desperdício, prejuízo ao erário e à população, além de danos ambientais chama atenção no Dia Mundial da Água, celebrado hoje. Em Goiânia, prédios que constroem garagens no subsolo estão jogando a água proveniente do lençol freático nas ruas da cidade, tanto no período de obras, quando a água é barrenta, quanto depois dos empreendimentos prontos, quando a água limpa toma conta de algumas vias e calçadas. A situação se agrava quando os empreendimentos imobiliários estão localizados em parques onde existem lagos, que acabam secando.

A prática é comum em vários pontos da capital. A moradora do Parque Flamboyant, Georgia Ribeiro, de 29 anos, conta que a água do subsolo de um prédio localizado na Rua 55, é jogada na via todos os dias de manhã e à tarde. “A água que parece ser limpa é jogada todos os dias na rua em grande quantidade. A rua fica alagada e o asfalto está todo esburacado. Essa água muitas vezes espalha o lixo, o que é um risco de proliferação de doenças. Nem parece que se trata de um bairro nobre”, relata.

Georgia Ribeiro diz que denunciou o fato na Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) mais de uma vez e nunca percebeu mudança de atitude dos responsáveis pelo prédio. “A Prefeitura só aparece aqui para arrumar o asfalto. Mas de que adianta tapar os buracos se continua a existindo o prejuízo ambiental?”, desabafa.

Quando os prédios constroem garagens no subsolo, muitas vezes eles atingem o lençol freático. Segundo o gerente de controle fiscal da Amma, Valdomiro Ferreira, essa água deve ser devolvida para a natureza, jogada nas bocas- de-lobo para que possam chegar aos córregos. As construtoras então constroem poços no subsolo e bombeiam a água, que constantemente é jogada na rua. “Esta água, por lei, não pode ser reaproveitada, pois não é saudável. Ela deve voltar para o meio ambiente”, destaca.

Ao ser jogada de qualquer forma na rua, a água causa danos ao asfalto, atrapalha a passagem das pessoas, danifica o lençol freático e ainda colabora com o surgimento de doenças, mesmo que isto seja feito com a intenção de direcioná-la para a boca-de-lobo mais próxima, conforme explica um engenheiro da Agência Municipal de Obras (Amob). “Não podemos admitir que ninguém jogue água drenada no passeio público. As construtoras devem construir uma tubulação por baixo do asfalto para levar a água até a boca-de-lobo mais próxima ou para o poço de visita”, afirma.

O engenheiro da Amob salienta que o pavimento das ruas não tem mais a inclinação correta e com isso a água espalha e empoça em muitos locais. “A água acumulada no pavimento junto com o tráfego de veículos causa os tão indesejados buracos no asfalto”, ressalta.

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon), Justo Oliveira Cordeiro, argumenta que os prédios estão obedecendo o que diz a lei. De acordo com sua interpretação, a legislação manda que a água drenada seja lançada na sarjeta para que chegue às bocas-de-lobo e depois às galerias pluviais. “Não é isso que está estragando o asfalto. O problema é o trânsito e o excesso de chuva”, argumenta Justo Oliveira.

O engenheiro da Amob discorda. Ele afirma que apenas a água recolhida das chuvas pode ser jogada na sarjeta - espaço entre o meio-fio e o asfalto. “O Código de Posturas refere-se à água pluvial e não à água de rebaixamento de lençol freático. Vamos inserir esta especificação na revisão do Plano Diretor”, destaca.

A legislação, na verdade, admite as duas possibilidades, dependendo da situação, e acaba abrindo brechas para abusos. No capítulo 3 da Lei Complementar 041/92 de Código de Posturas do Município está previsto que “as águas pluviais ou de drenagem provenientes do interior de imóveis, em geral, deverão ser canalizadas, através do respectivo imóvel, rumo à galeria pluvial existente no logradouro ou, no caso de inexistência desta, para as sarjetas.”

A legislação prevê ainda que “quando, pela natureza e/ou condições de solo, não for possível a solução indicada no parágrafo anterior, as referidas águas deverão ser canalizadas através do imóvel vizinho que oferecer melhores condições, observadas as disposições do Código Civil”. A Amma é órgão responsável por multar os empreendimentos que estão jogando a água diretamente na rua, mas segundo a agência, não há nenhum registro de prédios que tenham sido multados.
Fonte: Jornal O Popular

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Qual a situação do saneamento básico no Brasil?

saneamento básico
SANEAMENTO: somente 45,7% dos domicílios brasileiros são atendidos por rede de esgoto

Em que medida um serviço de infraestrutura básica compromete o desenvolvimento do País? Análise do Observatório das Metrópoles, a partir dos dados do Atlas do Saneamento 2011 – levantamento que engloba os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana, coleta de lixo e drenagem urbana, mostra que houve aumento no número de municípios cobertos por saneamento básico em todo o Brasil, entre 2000 e 2008. No entanto, o país precisa avançar muito para oferecer à totalidade da sua população um serviço sanitário adequado, já que pouco mais de 3 mil municípios brasileiros, o equivalente a 55,2% do total, contam com coleta e tratamento de esgoto.

Mulher faz depósito de lixo em residência

Um caso de transtorno obsessivo compulsivo (TOC) virou caso de saúde pública e de polícia em Senador Canedo. Uma dona de casa transformou sua casa, no Jardim Liberdade, em um depósito de lixo. Depois de um pedido da prefeitura de Senador Canedo, o Ministério Público propôs ação na Justiça requerendo autorização a retirada do lixo. Até ontem a Justiça não tinha se pronunciado sobre o caso. (Jornal O Popular).

Fonte: Jornal O Popular