terça-feira, 17 de abril de 2012

Postos e lavajatos tem um ano para cumprir lei sobre captação de água da chuva

 

Foi sancionada e publicada no Diário Oficial do Estado, no dia 15 de março de 2012, a lei estadual que dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de equipamento para tratamento e reaproveitamento de água utilizada na lavagem de veículos.

A nova lei torna obrigatória a instalação de reservatórios e captadores de água da chuva nos postos de combustíveis e estabelecimentos de lavagem de veículos.
A instalação ora tratada será de responsabilidade dos proprietários, ficando os novos postos e os estabelecimentos de lavagem de veículos obrigados a atender ao disposto na nova lei. Os estabelecimentos terão o prazo de um ano para se adequarem.

domingo, 15 de abril de 2012

Descarte Seletivo! Adote este compromisso

Este é um rio que já foi limpo,  pessoas e animais podiam beber, banhar, nadar sem nenhum risco para a saúde. Hoje ele está assim... suas águas cheiram mal e está contaminada... poucos peixes sobrevivem e os animais que dependem dessa água para sobreviver estão doentes e morrendo.

O lixo chega ao rio através da enxurrada da chuva, que arrasta o lixo jogado nas ruas pelas pessoas. É provável que quase todos os responsáveis por esta tragédia se consideram  "boas pessoas" e merecedoras de uma paz e de um respeito que não cultivam.

[ Um minuto de reflexão]

É hora de rever atitudes, comportamentos e conceitos. Todos temos um passivo ambiental muito grande e precisamos mudar de hábitos para que a vida que conhecemos não seja exterminada.

Cinquenta anos atrás nossos avós poderiam imaginarque se hoje precisamos comprar água para beber? Hoje uma garrafinha custa um real, mas quanto custará essa mesma garrafinha daqui a cinquenta anos?

Vamos lá! Faça do descarte seletivo uma prática e viva esta ideia.



domingo, 8 de abril de 2012

Reaproveitamento e descarte correto do óleo de cozinha

O óleo de cozinha que vai para o ralo pode entupir a tubulação de esgoto nas residências e da rede pública, poluir rios, lagos e oceanos e provocar a morte de peixes. Mas também, pode virar biodiesel, sabão, detergente e ração animal, ajudando a gerar trabalho e renda para muitas famílias, além de ajudar a preservar os mananciais de água, garantindo a vida do planeta. Alguns estados já criaram leis sobre a coleta do óleo comestível, mas é preciso mudar hábitos. Romper uma questão cultural é um grande desafio.

Para conscientizar as pessoas sobre a importância do descarte correto e responsável deste resíduo, em 2009 foi criada a Associação Brasileira para Sensibilização, Coleta e Reciclagem de Resíduos de Óleo Comestível (Ecóleo). Atualmente, a ONG reúne 12 empresas que coletam e beneficiam óleo em mais de 60 municípios paulistas, gerando 2 mil empregos diretos e indiretos, além de organizadores de ecopontos e recicladores.

Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia e Minas Gerais já desenvolvem ações para coleta do óleo de cozinha. O modelo porta a porta criado pela Ecóleo é diferente do adotado em alguns países, onde a coleta é feita junto aos grandes produtores – bares, restaurantes e cozinhas industriais. Para isso, a ONG tem feito parcerias para troca de informações e experiências com diversos países, como França e Argentina. Em casa, cooloque o óleo que deseja jogar fora em garrafas PET ou potes de vidro e separe para a coleta especial.

Hábitos saudáveis à mesa ajudam:
Mudar hábitos pode ajudar a reduzir a poluição causada pelo descarte inadequado de óleo de cozinha. A consciência ambiental à mesa tem mudado. Para isso, o trabalho desenvolvido pela Ecóleo começa pelos perigos da fritura:
- O óleo deve ser aquecido até três vezes no máximo;
- Não deve ser completado, e sim substituído;
- Dê preferência às preparações cozidas, assadas ou grelhadas. Evite frituras!
Conheça mais sobre a Ecóleo no site: www.ecoleo.org.br
Fonte: Revista Mundo Verde, ano 03, edição 06.

Não descarte pilhas e baterias no lixo comum

As pilhas e baterias de uso doméstico apresentam um grande perigo quando descartadas incorretamente. Na composição dessas pilhas existem metais pesados como: cádmio, chumbo, mercúrio, que são extremamente perigosos à saúde humana. Dentre os males provocados pela contaminação com metais pesados estão o câncer e mutações genéticas.

Só para esclarecer, as pilhas e baterias em funcionamento não oferecem riscos, uma vez que o perigo está contido no interior delas. O problema é quando elas são descartadas e passam por deformações na cápsula que as envolvem: amassam, estouram, e deixam vazar o líquido tóxico de seus interiores. Esse líquido se acumula na natureza, ele representa o lixo não biodegradável, ou seja, não é consumido com o passar dos anos. A contaminação envolve o solo e lençóis freáticos prejudicando a agricultura e a hidrografia.

Justamente por serem biocumulativas é que é necessário o descarte correto de pilhas e baterias usadas.
Como a própria ilustração já diz, o que não pode ser feito é o descarte desses materiais no lixo comum. Já existem leis que obrigam os fabricantes a receberem de volta pilhas e baterias, e desta forma dar a elas o destino adequado. Seria fundamental que também colocassem advertências na própria embalagem do produto, avisando dos eventuais perigos oferecidos pelo descarte incorreto do material.

O que você consumidor pode fazer? O ideal é separar o lixo tóxico do restante, dessa forma você facilita a coleta e posterior armazenagem em aterros especiais. Mas se optar pelo envio ao fabricante, estará alertando-o de sua preocupação e, quem sabe dessa forma, ele tome consciência de sua responsabilidade como produtor e dê destino correto ao seu produto após o uso.  Leia a matéria completa no sítio: http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/descarte-correto-pilhas-baterias-usadas.htm

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Cadê a água desse rio?


Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca. Faça o DESCARTE SELETIVO e ajude a preservar os mananciais de nossa cidade.

Brasil bate recorde de adesões na Hora do Planeta

No Rio de Janeiro, famílias e jovens celebraram a Hora do Planeta na cidade maravilhosa na praça do Arpoador. A festa teve iluminação de LED e foi animada por música, artistas circenses e grupo de dança. Brasília celebrou a Hora do Planeta no parque ecológico Olhos D´ Água, com apresentação de coral, acompanhado pelo público à luz de velas. .
Em Manaus, os moradores do bairro do Japiim, na Zona Sul. desligaram as luzes do Parque Lagoa do Japiim. O grupo Pedala Manaus promoveu uma bicicletada especial, que saiu do Parque dos Bilhares e foi até o Teatro Amazonas

Em Campo Grande, além de apagar monumentos históricos da cidade, foi realizado um evento na Praça do Rádio, com atrações musicais, de dança, capoeira e teatro. O público também usou velas para desenhar o símbolo da Hora do Planeta.

Ao todo, 133 cidades brasileiras aderiram ao movimento, que este ano contou com a participação de todas as capitais do país. Nas cidades que participaram do evento, 580 monumentos tiveram suas luzes apagadas. 

Câmara participou da Hora do Planeta

A Câmara dos Deputados foi uma das instituições que participou no dia 31 de março, da Hora do Planeta, evento mundial que busca chamar a atenção para o aquecimento global por meio do apagar de luzes. Segundo as informações divulgadas previamente no sítio da instituição, a Casa teria suas luzes desligagas por uma hora, das 20h30 às 21h30, assim como diversos monumentos públicos e residências em todo o mundo.
Câmara participa da Hora do Planeta neste sábado
É o quarto ano consecutivo que a Câmara adere à iniciativa. Para Janice Oliveira, coordenadora-geral do Núcleo de Gestão Socioambiental da Câmara dos Deputados (Ecocâmara), a importância da participação da instituição no evento é sinalizar seu grau de comprometimento com a questão ambiental: “O movimento tem como objetivo provocar uma reflexão sobre o uso adequado de nossos recursos e tanto a instituição quanto os servidores que trabalham na Casa estão altamente comprometidos com essa causa”.

Fritz Walter Mohn, coordenador substituto da área temática Novas Tecnologias Hídricas e Energéticas, do EcoCâmara, conta que a adesão da instituição é uma forma de chamar atenção para a questão da energia, que vem sendo alvo de diversas iniciativas por parte da administração da Câmara. Ele adianta também que, em breve, será retomada na Câmara a campanha pelo uso racional dos recursos energéticos, como modo de manter viva a discussão e o processo de conscientização sobre o assunto.
No dia 27 de março, a Câmara dos Deputados assinou com World Wide Fund for Nature (WWF), entidade organizadora do evento, o termo de adesão à Hora do Planeta 2012, durante o seminário que encerrou o ciclo de debates organizados pela Frente Parlamentar Ambientalista como preparação para a conferência RIO + 20. (Fonte: Sítio institucional da Câmara dos Deputados).