Agora ela tem 32 anos, tem um filho e vinte anos de ativismo pela preservação do meio ambiente.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
A mensagem de Severn Suzuki na Rio+20
Agora ela tem 32 anos, tem um filho e vinte anos de ativismo pela preservação do meio ambiente.
A voz que calou o mundo na ECO 92
O seu nome é Severn Cullis-Suzuki. Ela nasceu em 1979 em Vancouver no Canadá, é ativista ambiental canadense, oradora, anfitriã de televisão e autora. Tem vindo a dar conferências sobre problemas ambientais um pouco por todo o mundo, apelando aos ouvintes a definir os seus valores, agindo com consciência e com responsabilidade individual. A sua mãe é a escritora Tara Elizabeth Cullis. O seu pai é um geneticista e ativista ambiental chamado David Suzuki. É um japonês-canadense de terceira geração.
Enquanto frequentava a Escola Primária Lord Tennyson, com 9 anos de idade, fundou a Environmental Children's Organization (ECO) um grupo de crianças dedicadas a aprender e ensinar outros jovens sobre problemas ambientais. Em 1992, com 12 anos de idade, Cullis-Suzuki angariou dinheiro com membros do ECO para poder participar no Earth Summit, no Rio de Janeiro. Juntamente com os membros do grupo Michelle Quigg, Vanessa Suttil e Morgan Geisler, Cullis-Suzuki apresentou a problemática ambiental de uma perspectiva juvenil no encontro, onde foi aplaudida pelo seu discurso aos delegados.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
O mundo luta contra o tempo
Tic-tac!...
Tic-tac!...
O barulhinho do relógio, simbolizando o tempo correndo, fez parte do discurso da estudante neozelandesa Brittany Trifforde, 17 anos, na plenária dos chefes de Estado da Rio+20. Escolhida entre estudantes de todo o mundo para representar os jovens na abertura da conferência, a garota não se intimidou diante dos mais de 90 chefes de Estado de várias partes do mundo, além de centenas de delegados e representantes dos países-membros da Organização das Nações Unidas. Deu seu recado: “Vocês têm 72 horas para decidir o futuro de seus filhos, de meus filhos, dos filhos dos meus filhos. Estou disparando meu relógio agora”.
Tic-tac!...
O barulhinho do relógio, simbolizando o tempo correndo, fez parte do discurso da estudante neozelandesa Brittany Trifforde, 17 anos, na plenária dos chefes de Estado da Rio+20. Escolhida entre estudantes de todo o mundo para representar os jovens na abertura da conferência, a garota não se intimidou diante dos mais de 90 chefes de Estado de várias partes do mundo, além de centenas de delegados e representantes dos países-membros da Organização das Nações Unidas. Deu seu recado: “Vocês têm 72 horas para decidir o futuro de seus filhos, de meus filhos, dos filhos dos meus filhos. Estou disparando meu relógio agora”.
A escassez do tempo e a necessidade de medidas urgentes foram a tônica da primeira sessão, deixando claro que, além dos representantes da sociedade civil, muitos países não ficaram satisfeitos com o rascunho final do documento. O texto, redigido depois de negociações coordenadas pelo Brasil, o país anfitrião da conferência, é considerado vago, insosso, sem prazos, metas e meios de implementação definidos.
A presidente Dilma Rousseff tentou contemporizar, justificando que o documento representa o consenso entre os países, “o resultado de grande esforço de conciliação”. Destacou também como grande avanço a inclusão da erradicação da pobreza no centro das discussões mundiais para o desenvolvimento sustentável, mas não deixou de lado a preocupação com o correr das horas: “O tempo é nosso recurso mais escasso”, alertou.
Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, traduziu em números o motivo de tanta pressa. Até 2030, lembrou, o mundo precisará de mais 50% de alimentos, 25% de energia e 30% de água. E ninguém tem mais dúvidas de que esses bens se tornam cada vez mais disputados.
Num desabafo, deixou de lado seu papel de representante da ONU e apelou para emocional: “Sou também pai, sou avô e quero um mundo para as novas gerações prosperarem, serem felizes tendo trabalho decente, ar puro para respirar, água saudável e o suficiente para comer”.
Representantes de outros países também deixaram evidente sua insatisfação com o documento. “Não deixem a Rio+20 entrar para a história das conferências de prometeram muito e cumpriram pouco”, apelou o presidente do Zimbábue, Robert Mugabe.
O presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-Bak, não deixou por menos: “Este não é o futuro que havíamos sonhado há 20 anos no Rio. Precisamos de uma nova forma de pensar e agir”. (Fonte: O Popular)
terça-feira, 19 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Milhões de reais estão sendo jogados no lixão em Goiânia
Goiânia produz mil e duzentas toneladas de lixo por dia. A maior parte de tudo isso é reutilizável ou reciclável e vale muito dinheiro, mas a Prefeitura tem que gastar mais dinheiro para enterrá-lo no aterro sanitário.
Apenas um pouquinho desse material está sendo coletado e inserido na rota da reciclagem. Nós, goianienses ainda temos muito o que fazer. A Prefeitura tem feito a sua parte instituindo a coleta e recolhendo o material... mas nós, será que estamos fazendo a nossa parte? Estamos fazendo o descarte seletivo nas nossas residências?
Todo esse dinheiro que está sendo enterrado... sim... dinheiro sendo enterrado, pois o material reciclável vale muito dinheiro...Todo esse dinheiro que está sendo enterrado poderia mudar a qualidade de vida em nossa cidade. E o pior não é ter material que vale dinheiro sendo enterrado!... o pior é que o processo de decomposição desse material/dinheiro que é enterrado, libera substâncias nocivas ao meio ambiente, à saúde humana e dos animais... Faça o Descarte Seletivo, ajude-se a si mesmo, a nossa cidade e ao planeta.
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